Dorival Júnior Deixa o Comando da Seleção Brasileira; CBF Busca Novo Técnico



A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou, nesta sexta-feira (28), a demissão de Dorival Júnior do cargo de técnico da Seleção Brasileira. 

Após um ano e 16 jogos à frente da equipe, o treinador foi desligado pelo presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues. Além de Dorival, os auxiliares Lucas Silvestre e Pedro Sotero, assim como o preparador físico Celso Resende, também foram dispensados.

Em nota oficial, a CBF agradeceu ao treinador pelos serviços prestados e afirmou que dará início ao processo de busca por um novo comandante para a equipe. “A Confederação Brasileira de Futebol informa que o técnico Dorival Júnior não comanda mais a Seleção Brasileira.

 A direção agradece ao profissional e deseja sucesso na continuidade de sua carreira. A partir de agora, a CBF vai trabalhar em busca do substituto”, declarou a entidade.

Apesar das mudanças na comissão técnica, o diretor de seleções Rodrigo Caetano, o auxiliar Juan e o gerente Cícero Souza permanecem em seus cargos na CBF.

PRESSÃO E POSSÍVEIS SUBSTITUTOS

A saída de Dorival Júnior ocorre em meio a uma crescente pressão pelos resultados da Seleção. Apesar de um início promissor, o treinador passou a enfrentar críticas intensas após a goleada por 4 a 1 para a Argentina, que agravou sua situação no comando da equipe.

Entre os possíveis substitutos, Carlo Ancelotti, atual técnico do Real Madrid, é o principal nome desejado pela CBF, especialmente considerando a preparação para a Copa do Mundo de 2026. O português Jorge Jesus também aparece como uma opção viável para assumir o cargo.

Com a demissão de Dorival, a Seleção Brasileira chega ao quarto treinador neste ciclo de preparação para o Mundial. Após a saída de Tite, o time foi comandado interinamente por Ramon Menezes e Fernando Diniz em 2023, antes da chegada de Dorival em 2024.

Nos 16 jogos sob seu comando, Dorival Júnior conquistou sete vitórias, sete empates e sofreu duas derrotas, resultando em um aproveitamento de 58,3%. A equipe marcou 25 gols e sofreu 17 ao longo desse período. Agora, a CBF trabalha para definir o novo comandante que liderará o Brasil na busca pelo hexacampeonato mundial.
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